A primeira questão que se levanta é: Porquê?
A segunda questão que se levanta é: Quem?
A terceira questão que se levanta é: Onde?
A quarta questão que se levanta é: Como?
A quinta questão que se levanta é: Quando?
Neste post, tentarei responder da melhor forma às 5 questões, sabendo nós que a experiência vindoura afinará todas as respostas.
PORQUÊ?
1 - Porque somos amigos.
2 - Porque a possibilidade de trocas e interacção (comércio, suporte, ataques conjuntos, etc.) torna-se uma realidade para nós, que somos amigos.
3 - Porque torna o mundo 6 do TW muito mais interessante, comunicativo e divertido!
4 - Esta "reunião" tornará a constituição da Tuga Terror Tribe (TTT) numa possibilidade.
5 - Juntos, dominaremos o mundo 6, à boa maneira portuguesa.
6 - Podíamos, justificadamente mudar os nossos nicks para: Vasco da Gama, Fernão de Magalhães, Gil Eanes, Afonso Henriques, D. Sebastião e até Luís de Camões e isso, só por si, era já uma granda moca! (eu, até agora, guardo o lugar de Luís de Camões, como se vê)
7 - Se não estiverem satisfeitos com os Porquês, vão dar uma curva e clickem ali em cima onde diz "Next Blog".
2 - Porque a possibilidade de trocas e interacção (comércio, suporte, ataques conjuntos, etc.) torna-se uma realidade para nós, que somos amigos.
3 - Porque torna o mundo 6 do TW muito mais interessante, comunicativo e divertido!
4 - Esta "reunião" tornará a constituição da Tuga Terror Tribe (TTT) numa possibilidade.
5 - Juntos, dominaremos o mundo 6, à boa maneira portuguesa.
6 - Podíamos, justificadamente mudar os nossos nicks para: Vasco da Gama, Fernão de Magalhães, Gil Eanes, Afonso Henriques, D. Sebastião e até Luís de Camões e isso, só por si, era já uma granda moca! (eu, até agora, guardo o lugar de Luís de Camões, como se vê)
7 - Se não estiverem satisfeitos com os Porquês, vão dar uma curva e clickem ali em cima onde diz "Next Blog".
QUEM?
1 - Os detentores ao direito a esta estratégia são, pois claro, os autores deste blog. Até agora só há três, estamos há espera da resposta de outros dois e estamos a pensar convidar mais uns tantos.
2 - Obviamente, esta coisa toda destina-se a portugueses ou a pessoas que saibam língua portuguesa. (Com alguma sorte, ainda conseguimos um subsídio para a promoção da nossa Língua)
2 - Obviamente, esta coisa toda destina-se a portugueses ou a pessoas que saibam língua portuguesa. (Com alguma sorte, ainda conseguimos um subsídio para a promoção da nossa Língua)
ONDE?
A localização do núcleo-comum dependerá de qual for o jogador que terá mais capacidade para defender-se a si mesmo e, ao mesmo tempo, dar apoio aos outros que irão ao seu encontro. Isto é determinante pois a fase logo a seguir à conquista de uma vila será um período de vulnerabilidade crítica, só possível de colmatar com o apoio de pelo menos um outro jogador.
A forma mais viável para o cálculo desse jogador basear-se-á no número de tropas e de aldeias em sua posse (o que não significa que quanto mais aldeias, melhor...). Deverá existir um equilíbrio estável nas aldeias desse jogador e, ao mesmo tempo, um excedente de tropas disponível para dar apoio aos outros queconquistarão aldeias perto dele.
A forma mais viável para o cálculo desse jogador basear-se-á no número de tropas e de aldeias em sua posse (o que não significa que quanto mais aldeias, melhor...). Deverá existir um equilíbrio estável nas aldeias desse jogador e, ao mesmo tempo, um excedente de tropas disponível para dar apoio aos outros queconquistarão aldeias perto dele.
COMO?
Existem duas hipótes - e só duas, tanto quanto saiba - de se conquistar aldeias que estão muito, muito longe da(s) nossa(s) (como é o caso).
Procedimento comum nas duas hipóteses: uma vez escolhida a zona de encontro de todos, escolhem-se a vila-alvo, sujeita a discussão neste blog.
Hipótese 1: o jogador que irá conquistar a vila lança um ataque de limpeza da cidade alvo e, segundos depois, lança um segundo ataque com o seu nobleman escoltado. Como as previsões para a duração destes ataques são mais de 100 horas, há tempo para coordenar acções com o jogador que irá ajudar na conquista (o que já está na zona escolhida). Este último, irá lançar ataques com um nobleman seu, de forma a que, quando o outro jogador chegue a aldeia, para além de já estar limpa, está também com a loyalty inferior a 25 e superior a 0. Desta forma, torna-se possível ao jogador invasor, conquistar a aldeia apenas com um ataque do seu nobleman. Como as aldeias recuperam 1 ponto de loyalty a cada hora, é necessário coordenar muito bem estes ataques esntre os dois jogadores, para que tudo corra bem.
Hipótese 2: o jogador que irá conquistar a vila lança um comboio de ataques com a estrutura seguinte-->um ataque de limpeza, sem nobleman-->4 ou 5 ataques, cada um com o seu nobleman escoltado, consecutivos. Isto permite que o jogador conquiste a aldeia sem ter de contar com a coordenação de outro jogador. Mas tem um inconveniente, é muito, muito, muito, mais dispendiosa em termos de recursos (já para não falar no tempo que demorará aos restantes noblemans regressarem à sua cidade natal...)
Procedimento comum nas duas hipóteses: obviamente, o jogador que preta apoio ao jogador invasor, tomará todas as medidas para garantir o apoio e a protecção da vila recém-conquistada. Isto acontecerá até ao momento em que se considerar a vila auto-suficiente e devidamente protegida (~3000 pontos, diria).
Creio que a primeira hipótese é a mais interessante, não obstante ser a mais complexa em termos de coordenação (mas as contas também só se farão uma vez apenas).
Procedimento comum nas duas hipóteses: uma vez escolhida a zona de encontro de todos, escolhem-se a vila-alvo, sujeita a discussão neste blog.
Hipótese 1: o jogador que irá conquistar a vila lança um ataque de limpeza da cidade alvo e, segundos depois, lança um segundo ataque com o seu nobleman escoltado. Como as previsões para a duração destes ataques são mais de 100 horas, há tempo para coordenar acções com o jogador que irá ajudar na conquista (o que já está na zona escolhida). Este último, irá lançar ataques com um nobleman seu, de forma a que, quando o outro jogador chegue a aldeia, para além de já estar limpa, está também com a loyalty inferior a 25 e superior a 0. Desta forma, torna-se possível ao jogador invasor, conquistar a aldeia apenas com um ataque do seu nobleman. Como as aldeias recuperam 1 ponto de loyalty a cada hora, é necessário coordenar muito bem estes ataques esntre os dois jogadores, para que tudo corra bem.
Hipótese 2: o jogador que irá conquistar a vila lança um comboio de ataques com a estrutura seguinte-->um ataque de limpeza, sem nobleman-->4 ou 5 ataques, cada um com o seu nobleman escoltado, consecutivos. Isto permite que o jogador conquiste a aldeia sem ter de contar com a coordenação de outro jogador. Mas tem um inconveniente, é muito, muito, muito, mais dispendiosa em termos de recursos (já para não falar no tempo que demorará aos restantes noblemans regressarem à sua cidade natal...)
Procedimento comum nas duas hipóteses: obviamente, o jogador que preta apoio ao jogador invasor, tomará todas as medidas para garantir o apoio e a protecção da vila recém-conquistada. Isto acontecerá até ao momento em que se considerar a vila auto-suficiente e devidamente protegida (~3000 pontos, diria).
Creio que a primeira hipótese é a mais interessante, não obstante ser a mais complexa em termos de coordenação (mas as contas também só se farão uma vez apenas).
QUANDO?
O momento ideal para isto acontecer é quando o jogador receptor já tiver duas vilas defensivas auto-suficientes e devidamente protegidas. Se o jogador invasor não quiser abandonar a sua primeira vila, deverá igualmente possuir duas vilas defensivas nos mesmos termos. Mais uma vez, os andamentos destas evoluções serão discutidos neste blog.
Presentemente, não me parecem estar reunidas as mínimas condições para isto acontecer; mesmo sabendo que o Jhoan tem duas vilas, já que a segunda ainda se encontra pouco evoluída e, portanto, vulnerável.
Presentemente, não me parecem estar reunidas as mínimas condições para isto acontecer; mesmo sabendo que o Jhoan tem duas vilas, já que a segunda ainda se encontra pouco evoluída e, portanto, vulnerável.
Sem comentários:
Enviar um comentário